segunda-feira, 8 de abril de 2024

Levedura de cerveja e o diabetes.

 

Levedura de cerveja e o diabetes.

Pelo seu alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, graças ao cromo e a vitamina B.  O levedo de cerveja pode ser encontrado em casas de produtos naturais sendo vendido o pó a granel, e pode ser consumido misturado a saladas, sopas, sucos, vitaminas ou então na ração humana. Não é recomendado cozinhar o levedo, já que assim perde grande parte de suas substâncias benéficas.

Apresentações para fins didáticos.

Incluiremos o levedo na categoria Suplemento.

http://imagens.corpoperfeito.com.br/18620.jpg?source=1200x1200Levedo de Cerveja – Vital Natus.

O Levedo de Cerveja é um fermento inativo resultante do processo de fermentação da cevada durante a produção de cerveja. Contém alto teor de proteínas, fibras e vitaminas, com a vantagem de não possuir colesterol e gordura, características das proteínas de origem animal.

 http://imagens.corpoperfeito.com.br/38492.jpg?source=1200x1200

Levedo de Cerveja – Body Action.

Para obter o máximo de benefícios associados a este produto é recomendada a prática de atividades físicas regulares e a adoção de uma alimentação balanceada.

Contra indicações do uso de Levedo de Cerveja.

Não foi encontrado nada na literatura que contra-indicasse o uso de levedo de cerveja. Porém, são necessários mais estudos sobre o assunto.

É necessário ciclar ou alternar o uso de Levedo de Cerveja.

Não há indicações na literatura sobre a necessidade de ciclar o uso de levedo de cerveja, porém dependendo do motivo de sua utilização, existe uma posologia diferente para cada situação.

Da liberação para comercialização.

Você pode comprar levedo de cerveja em qualquer farmácia, ou até mesmo pela intenet. De qualquer modo, eu não recomendo tomar nenhum tipo de medicamento sem orientação médica. Procure um nutricionista, ele poderá te ajudar melhor.

Mitologia resultante da indústria do boato O levedo de cerveja engorda ou emagrece?

Não é verdade, pois tem poucas calorias. Se ingerida antes das refeições, pode até ajudar pessoas que querem emagrecer.

Recomendações.
Caso se faça necessário na prática médica à levedura pode ser utilizada para regular o intestino, o ideal é tomá-la no café da manhã com bastante água.

Levedo de Cerveja como tomar.

Este produto pode ser encontrado em flocos, pó, tablete e líquido.
Tome de 1 a 2 colheres de sopa por dia dissolvida em água ou suco.

Levedura de cerveja e o diabetes

Pelo seu alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, graças ao cromo e a vitamina B. O levedo de cerveja pode ser encontrado em casas de produtos naturais sendo vendido o pó a granel, e pode ser consumido misturado a saladas, sopas, sucos, vitaminas ou então na ração humana. Não é recomendado cozinhar o levedo, já que assim perde grande parte de suas substâncias benéficas. Referencia Bibliográficas: BACURAU, Reury F. Nutrição e Suplementação Esportiva. São Paulo: Phorte, 2001.
BIESEK, Simone et al. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. São Paulo: Manole, 2005. BIESEK, Simone. Nutrição: um caminho para vitória. Rio de Janeiro: , 1997. FETT, Carlos. Ciência da Suplementação Alimentar. Rio de Janeiro: Artmed , 2002.

Biotecnologia.

Os medicamentos biotecnológicos são definidos como produtos farmacêuticos fabricados por métodos de biotecnologia, com produtos de origem biológica, geralmente envolvendo organismos vivos ou seus componentes ativos. Os métodos e técnicas que envolvem o uso de organismos vivos (tais como células, bactérias, leveduras e outros) como ferramentas para executar determinados processos industriais ou de produção são chamados Biotecnologia. A Biotecnologia tem tido avanços significativos na saúde humana. Têm sido criados novos medicamentos, em especial para doenças raras ou não tratadas previamente. Os métodos de produção biotecnológica fornecem versões mais seguras de tratamentos existentes em quantidades ilimitadas. A Biotecnologia tem revolucionado a investigação e o desenvolvimento de novos medicamentos e permite um melhor direcionamento do produto para doenças específicas e grupos de doentes específicos. Uma maior compreensão das causas genéticas da doença permite a detecção precoce e o tratamento, e o novo campo da terapia do gene pode até possibilitar a cura de doenças, além de tratá-las.

Novas soluções.

Os medicamentos biotecnológicos já representam cerca de 10 a 15% do mercado farmacêutico. Mais de um quinto dos novos medicamentos lançados no mercado mundial a cada ano são derivados da Biotecnologia, número que provavelmente irá aumentar, devido aos avanços científicos. A aplicação da Biotecnologia na área da Saúde tem contribuído também para um crescente número de produtos inovadores. A Biotecnologia já oferece uma grande variedade de produtos para doenças crônicas e raras, como alguns tipos de cancro, hepatite C, insuficiência renal crônica, hemofilia, diabetes, doença de Fabry, deficiência de crescimento, esclerose múltipla e doença de Crohn.

Futuro.

A Biotecnologia continuará a proporcionar novos avanços na investigação clínica nos próximos anos, conduzindo a tratamentos em áreas que já nos iludiram anteriormente (inclusive VIH/SIDA, cancro, asma, doença de Parkinson, doença de Alzheimer), e continuará igualmente a oferecer alternativas aos atuais tratamentos convencionais disponíveis. A utilização da Biotecnologia no desenvolvimento de novos medicamentos tem diversas vantagens específicas:

1. A Biotecnologia permite o desenvolvimento e a produção de novas substâncias que foram anteriormente além das capacidades das tecnologias tradicionais. Este processo inclui a concepção e a produção de novos medicamentos, com maior eficácia e especificidade e, conseqüentemente, menos efeitos colaterais. Um exemplo disto é o tratamento para a esclerose múltipla.

2. As preocupações com a segurança dos produtos nos países desenvolvidos têm desaparecido graças ao desenvolvimento de medicamentos biotecnológicos. A Biotecnologia oferece um maior controlo sobre o processo de fabrico, permitindo uma redução significativa dos riscos de contaminação por agentes infecciosos. Um bom exemplo são os produtos de sangue utilizados para tratar a hemofilia.

3. A Biotecnologia oferece produtos mais direcionados para doenças específicas e grupos de doentes, através da utilização de tecnologias inovadoras, em particular, a genética. Os exemplos incluem, entre outros, os tratamentos para doenças raras e alguns tipos de cancro.

4. Alguns produtos não são naturalmente criados em quantidade suficiente para fins terapêuticos. A Biotecnologia permite a produção em larga escala de substâncias existentes, como por exemplo, a insulina, no campo do tratamento da diabetes.

Fungos.

O reino Fungi é um grupo de organismos eucariotas, que inclui micro-organismos tais como as leveduras, os bolores, bem como os mais familiares cogumelos. Os fungos são classificados num reino separado das plantas, animais e bactérias. Uma grande diferença é o fato de as células dos fungos terem paredes celulares que contêm quitina, ao contrário das células vegetais, que contêm celulose. Estas e outras diferenças mostram que os fungos formam um só grupo de organismos relacionados entre si, denominado Eumycota (fungos verdadeiros ou Eumycetes), e que partilham um ancestral comum (um grupo monofilético). Este grupo de fungos é distinto dos estruturalmente similares Myxomycetes (agora classificados em Myxogastria) e Oomycetes. A disciplina dedicada ao estudo dos fungos é a micologia, muitas vezes vista como um ramo da botânica, mesmo apesar de os estudos genéticos terem mostrado que os fungos estão mais próximos dos animais do que das plantas. Ver Iconografia 4 – No sentido horário, desde em cima à esquerda: Amanita muscaria, um basidiomicete; Sarcoscypha coccinea, um ascomicete; pão coberto de bolor; um quitrídio; um conidióforo de Aspergillus.

O Amanita muscaria, conhecido como agário-das-moscas ou mata-moscas é um fungo basidiomiceto natural de regiões com clima boreal ou temperado do hemisfério norte. Possui propriedades psicoativas e alucinógenas em humanos. Segundo o psiquiatra Alfredo Cataldo Neto a literatura especializada aponta principalmente a presença de três componentes ativos, o ácido ibotênico, muscimol e a bufotenina. Este autor ainda aponta que os efeitos do uso deste fungo tem início cerca de 15 minutos após sua ingestão, quando o usuário pode apresentar vertigem, confusão mental, náusea e secura na boca. Este desconforto aos poucos vai dando lugar a um sono leve, no qual a pessoa experimenta visões e imagens oníricas. O pesquisador Robert Gordon Wasson sugeriu que o cogumelo está associado ao Soma, bebida sagrada dos Vedas, nos mais antigos textos religiosos. A bebida é citada nos hinos do Rigveda, que foi escrito por volta de 1700 a.C. – 1100 a.C., durante o período védico em Punjabe - e havia a presença de tais cogumelos, consumidos pelos xamãs da região. Wasson é o primeiro pesquisador a propor que a forma de intoxicação Védica era de natureza enteogênica. Ver Iconografia 5 – Classificação científica. Reino: Fungi. Divisão: Basidiomycota. Classe: Homobasidiomycetes. Ordem: Agaricales. Família: Amanitaceae. Gênero: Amanita. Espécie: A. muscaria. 

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