Levedura de cerveja e o diabetes.
Pelo
seu alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui
diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, graças ao cromo e a
vitamina B. O levedo de cerveja pode ser
encontrado em casas de produtos naturais sendo vendido o pó a granel, e pode
ser consumido misturado a saladas, sopas, sucos, vitaminas ou então na ração
humana. Não é recomendado cozinhar o levedo, já que assim perde grande parte de
suas substâncias benéficas.
Apresentações para fins didáticos.
Incluiremos o levedo na categoria Suplemento.
Levedo de Cerveja – Vital Natus.
O Levedo
de Cerveja é um fermento inativo resultante do processo de fermentação da
cevada durante a produção de cerveja. Contém alto teor de proteínas, fibras e
vitaminas, com a vantagem de não possuir colesterol e gordura, características
das proteínas de origem animal.

Levedo de Cerveja – Body Action.
Para
obter o máximo de benefícios associados a este produto é recomendada a prática
de atividades físicas regulares e a adoção de uma alimentação balanceada.
Contra indicações do uso de Levedo de Cerveja.
Não foi
encontrado nada na literatura que contra-indicasse o uso de levedo de cerveja.
Porém, são necessários mais estudos sobre o assunto.
É necessário ciclar ou alternar o uso de Levedo de
Cerveja.
Não há
indicações na literatura sobre a necessidade de ciclar o uso de levedo de
cerveja, porém dependendo do motivo de sua utilização, existe uma posologia
diferente para cada situação.
Da liberação para comercialização.
Você
pode comprar levedo de cerveja em qualquer farmácia, ou até mesmo pela intenet.
De qualquer modo, eu não recomendo tomar nenhum tipo de medicamento sem
orientação médica. Procure um nutricionista, ele poderá te ajudar melhor.
Mitologia resultante da indústria do boato O levedo
de cerveja engorda ou emagrece?
Não é
verdade, pois tem poucas calorias. Se ingerida antes das refeições, pode até
ajudar pessoas que querem emagrecer.
Recomendações.
Caso se faça necessário na prática médica à
levedura pode ser utilizada para regular o intestino, o ideal é tomá-la no café
da manhã com bastante água.
Levedo de Cerveja como tomar.
Este
produto pode ser encontrado em flocos, pó, tablete e líquido.
Tome de 1 a 2 colheres de sopa por dia dissolvida em água ou suco.
Levedura de cerveja e o diabetes
Pelo seu
alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui
diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, graças ao cromo e a
vitamina B. O levedo de cerveja pode ser encontrado em casas de produtos
naturais sendo vendido o pó a granel, e pode ser consumido misturado a saladas,
sopas, sucos, vitaminas ou então na ração humana. Não é recomendado cozinhar o
levedo, já que assim perde grande parte de suas substâncias benéficas.
Referencia Bibliográficas: BACURAU, Reury F. Nutrição e Suplementação
Esportiva. São Paulo: Phorte, 2001.
BIESEK, Simone et al. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. São
Paulo: Manole, 2005. BIESEK, Simone. Nutrição: um caminho para vitória. Rio de
Janeiro: , 1997. FETT, Carlos. Ciência da Suplementação Alimentar. Rio de
Janeiro: Artmed , 2002.
Biotecnologia.
Os
medicamentos biotecnológicos são definidos como produtos farmacêuticos
fabricados por métodos de biotecnologia, com produtos de origem biológica,
geralmente envolvendo organismos vivos ou seus componentes ativos. Os métodos e
técnicas que envolvem o uso de organismos vivos (tais como células, bactérias,
leveduras e outros) como ferramentas para executar determinados processos
industriais ou de produção são chamados Biotecnologia. A Biotecnologia tem tido
avanços significativos na saúde humana. Têm sido criados novos medicamentos, em
especial para doenças raras ou não tratadas previamente. Os métodos de produção
biotecnológica fornecem versões mais seguras de tratamentos existentes em
quantidades ilimitadas. A Biotecnologia tem revolucionado a investigação e o
desenvolvimento de novos medicamentos e permite um melhor direcionamento do
produto para doenças específicas e grupos de doentes específicos. Uma maior
compreensão das causas genéticas da doença permite a detecção precoce e o
tratamento, e o novo campo da terapia do gene pode até possibilitar a cura de
doenças, além de tratá-las.
Novas soluções.
Os
medicamentos biotecnológicos já representam cerca de 10 a 15% do mercado
farmacêutico. Mais de um quinto dos novos medicamentos lançados no mercado
mundial a cada ano são derivados da Biotecnologia, número que provavelmente irá
aumentar, devido aos avanços científicos. A aplicação da Biotecnologia na área
da Saúde tem contribuído também para um crescente número de produtos
inovadores. A Biotecnologia já oferece uma grande variedade de produtos para
doenças crônicas e raras, como alguns tipos de cancro, hepatite C,
insuficiência renal crônica, hemofilia, diabetes, doença de Fabry, deficiência
de crescimento, esclerose múltipla e doença de Crohn.
Futuro.
A
Biotecnologia continuará a proporcionar novos avanços na investigação clínica
nos próximos anos, conduzindo a tratamentos em áreas que já nos iludiram
anteriormente (inclusive VIH/SIDA, cancro, asma, doença de Parkinson, doença de
Alzheimer), e continuará igualmente a oferecer alternativas aos atuais
tratamentos convencionais disponíveis. A utilização da Biotecnologia no
desenvolvimento de novos medicamentos tem diversas vantagens específicas:
1.
A Biotecnologia permite o desenvolvimento e a produção de novas substâncias que
foram anteriormente além das capacidades das tecnologias tradicionais. Este
processo inclui a concepção e a produção de novos medicamentos, com maior
eficácia e especificidade e, conseqüentemente, menos efeitos colaterais. Um
exemplo disto é o tratamento para a esclerose múltipla.
2.
As preocupações com a segurança dos produtos nos países desenvolvidos têm
desaparecido graças ao desenvolvimento de medicamentos biotecnológicos. A
Biotecnologia oferece um maior controlo sobre o processo de fabrico, permitindo
uma redução significativa dos riscos de contaminação por agentes infecciosos.
Um bom exemplo são os produtos de sangue utilizados para tratar a hemofilia.
3.
A Biotecnologia oferece produtos mais direcionados para doenças específicas e
grupos de doentes, através da utilização de tecnologias inovadoras, em
particular, a genética. Os exemplos incluem, entre outros, os tratamentos para
doenças raras e alguns tipos de cancro.
4.
Alguns produtos não são naturalmente criados em quantidade suficiente para fins
terapêuticos. A Biotecnologia permite a produção em larga escala de substâncias
existentes, como por exemplo, a insulina, no campo do tratamento da diabetes.
Fungos.
O reino Fungi é um grupo de organismos eucariotas,
que inclui micro-organismos tais como as leveduras, os bolores, bem como os
mais familiares cogumelos. Os fungos são classificados num reino separado das
plantas, animais e bactérias. Uma grande diferença é o fato de as células dos
fungos terem paredes celulares que contêm quitina, ao contrário das células
vegetais, que contêm celulose. Estas e outras diferenças mostram que os fungos
formam um só grupo de organismos relacionados entre si, denominado Eumycota
(fungos verdadeiros ou Eumycetes), e que partilham um ancestral comum (um grupo
monofilético). Este grupo de fungos é distinto dos estruturalmente similares
Myxomycetes (agora classificados em Myxogastria) e Oomycetes. A disciplina
dedicada ao estudo dos fungos é a micologia, muitas vezes vista como um ramo da
botânica, mesmo apesar de os estudos genéticos terem mostrado que os fungos
estão mais próximos dos animais do que das plantas. Ver Iconografia 4 – No
sentido horário, desde em cima à esquerda: Amanita muscaria, um basidiomicete;
Sarcoscypha coccinea, um ascomicete; pão coberto de bolor; um quitrídio; um
conidióforo de Aspergillus.
O Amanita muscaria,
conhecido como agário-das-moscas ou mata-moscas é um fungo basidiomiceto
natural de regiões com clima boreal ou temperado do hemisfério norte. Possui
propriedades psicoativas e alucinógenas em humanos. Segundo o psiquiatra
Alfredo Cataldo Neto a literatura especializada aponta principalmente a
presença de três componentes ativos, o ácido ibotênico, muscimol e a
bufotenina. Este autor ainda aponta que os efeitos do uso deste fungo tem
início cerca de 15 minutos após sua ingestão, quando o usuário pode apresentar
vertigem, confusão mental, náusea e secura na boca. Este desconforto aos poucos
vai dando lugar a um sono leve, no qual a pessoa experimenta visões e imagens
oníricas. O pesquisador Robert Gordon Wasson sugeriu que o cogumelo está
associado ao Soma, bebida sagrada dos Vedas, nos mais antigos textos
religiosos. A bebida é citada nos hinos do Rigveda, que foi escrito por volta
de 1700 a.C. – 1100 a.C., durante o período védico em Punjabe - e havia a
presença de tais cogumelos, consumidos pelos xamãs da região. Wasson é o
primeiro pesquisador a propor que a forma de intoxicação Védica era de natureza
enteogênica. Ver Iconografia 5 – Classificação científica. Reino: Fungi. Divisão:
Basidiomycota. Classe: Homobasidiomycetes. Ordem: Agaricales. Família:
Amanitaceae. Gênero: Amanita. Espécie: A. muscaria.

